
Uma estranha e quase paixão,
Entre o cientista
E a artista.
Ele nem terminou a graduação,
Ela nem é mesmo uma poetisa.
Ela é seu objeto
Não de amor, mas de pesquisa.
Ele é seu poema,
Razão de sentimentos que sintetiza.
Ela sempre na janela,
Observando a arte em vida.
Ele em seu laboratório,
Calculando os dados da amostra empírica.
A estranha e quase paixão,
Por fim, não se concretiza.
Ele busca a exatidão,
Da desmedida ela precisa.
MLSO
Boa noite moça, tudo bem?
ResponderExcluirVi esse seu poema rodando no facebook, e chegando aqui devorei seu blog em minutos! Meus parabéns pelos textos, muito bons.
Bjos